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postado por Cecily

O FESTIM DOS CORVOS EPUB

| Diversão

    Contents
  1. Guerra dos tronos download livro pdf gratis
  2. O Festim dos Corvos – As Crônicas de Gelo e Fogo Vol. 4 – George R. R. Martin
  3. Dragao do Inverno Outras Historias.pdf
  4. Mais de 800 epubs para download!

O Festim dos Corvos – As Crônicas de Gelo e Fogo Vol. 4 – George R. R. Martin. Leitura Dinamica Ad. Baixar em epub Baixar em pdf Baixar em mobi Ler. Como Baixar? Pedidos; Sobre Nós. Categorias Opções de Download. Download ePub O Festim dos Corvos vol. 4 - George R. R. Martin. Postado Por . 17 de jun de Download O Festim dos Corvos - As Cronicas de Gelo e Fogo Vol. 4 - George R. R. Martin - ePUB, mobi, pdf.

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Gonzos e Parafusos — Paula Parisot. O imperio do Sol — J. Meu e-mail é lucasfariaspedroso outlook. Americanas — Machado de Assis. Sangue Quente — Isaac Marion. Gerry encolheu os ombros. Living Dead in Dallas — Charlaine Harris. A ideia da Annual era tentar chegar a leitores de livros e interess-los na revista. Clarke — O Vento Solar. Mas tambm um fungo, um parasita com uma tendncia perigosa para devastar e abafar todas as outras formas de vida vegetal.

Como Baixar? Pedidos; Sobre Nós. Categorias Opções de Download. Download ePub O Festim dos Corvos vol. 4 - George R. R. Martin. Postado Por . 17 de jun de Download O Festim dos Corvos - As Cronicas de Gelo e Fogo Vol. 4 - George R. R. Martin - ePUB, mobi, pdf. O Festim dos Corvos – As Crônicas de Gelo e Fogo Vol. 4 – George R. R. Martin. Compartilhar. Gerar link; Facebook; Twitter; Pinterest; E-mail. O Festim dos Corvos A Dança dos Dragões Os Reinos do Caos Recomendações para ler os Arquivos: No PC: ePUB - Adobe Digital Editions. seu funcionamento e fiz meus próprios eBooks em formato EPUB. de Espadas - ISBN: ; Livro 4 - O Festim dos Corvos.

Devia ter tratado primeiro do macho, com a flecha que tinha pronta a atirar. Teria havido tempo de sobra para atirar uma segunda flecha fmea. Mas, em vez disso, fiquei paralisado, preso naquele momento de brilhante obscuridade, por um instante fora do tempo, de arco na mo, porm incapaz de agir.

Subitamente, era tudo to complicado. A fmea corria na minha direo, mais depressa do que eu teria acreditado, e parecia to mais rpida e letal do que aquela coisa branca e lenta, em baixo.

Talvez eu devesse t-la matado em primeiro lugar. Poderia falhar, e ento precisaria de tempo para pegar na faca ou numa segunda flecha. S que deixaria Gerry enleado e impotente sob as mandbulas do macho que avanava inexoravelmente para ele. Ele poderia morrer. Crystal no me poderia culpar nunca. Tinha de me salvar e a ela, ela compreenderia isso. E eu t-la-ia de volta. Crystal estava a gritar, a gritar, e de sbito tudo ficou claro e eu percebi o que significara tudo aquilo e porque estava ali naquela floresta e o que tinha a fazer.

Houve um momento de transcendncia gloriosa. Perdera o dom de a fazer feliz, a minha Crystal, mas, agora, naquele momento suspenso no tempo, esse poder regressara e eu poderia dar ou reter a felicidade para sempre.

Com uma flecha, poderia provar um amor que Gerry nunca igualaria. Creio que sorri. Estou certo de que o fiz. E a minha flecha voou obscuramente atravs da noite fria e encontrou o seu alvo na aranha branca e inchada que corria por uma teia de luz. A fmea estava em cima de mim, e no fiz qualquer movimento para Senti uma dor aguda de picada no tornozelo. Brilhantes e multicoloridas so as teias que as aranhas-dos-sonhos tecem. Rasgo-os, um de cada vez, como antes os rasguei dos corpos brancos e imveis das aranhas-dos-sonhos, e depois vazo o veneno para uma garrafa, espera do dia em que Korbec vier busc-la.

Depois, tiro a miniatura de clice, ricamente lavrada com prata e obsidiana e brilhante com motivos araneiformes e encho-o com o pesado vinho negro que me trazem da cidade. Mexo o lquido na taa com a faca, em volta, em volta, at a lmina estar limpa e reluzente de novo e o vinho um nada mais escuro do que antes.

E subo ao telhado. Muitas vezes, ouo de novo as palavras de Korbec e, nelas, a minha histria. Crystal, o meu amor, e Gerry, e uma noite de luzes e aranhas.

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Pareceu tudo to certo naquele breve momento, quando me ergui sobre a ponte coberta de musgo, de arco na mo, e decidi. E correu tudo to, to mal desde o momento em que acordei, aps um ms de febres e vises, para me encontrar a mim prprio na torre para onde Crys e Gerry me tinham levado para me tratarem e devolverem a sade. A minha deciso, a minha transcendente escolha, no foi to terminal quanto eu poderia ter pensado.

Por vezes, pergunto-me se foi uma escolha. Falmos sobre isso, muitas vezes, enquanto eu recobrava energias, e a histria que Crystal me conta no a de que eu me lembro. Ela diz que nunca chegmos a ver a fmea at ser demasiado tarde, que ela se deixou cair silenciosamente sobre o meu pescoo no momento em que atirei a flecha que matou o macho.

Depois, diz ela, ela esmagou-a com a lanterna que Gerry lhe dera para segurar, e eu tombei para dentro da teia. De facto, tenho uma ferida no pescoo, e nenhuma no tornozelo. E a histria dela tem um toque de verdade. Pois vim a saber, no lento fluir dos anos desde aquela noite, que as aranhas-dos-sonhos so assassinas furtivas que se deixam cair sobre as suas presas desprevenidas.

Elas no carregam sobre rvores cadas como frenticos ferricornes; no a forma de agir das aranhas. Nem Crystal nem Gerry tm qualquer memria de uma coisa branca e alada que se agitava na teia. Eu, porm, lembro-me nitidamente tal como me lembro da ara Deve ser esse o caso, claro. Por vezes, quando Squirrel vem atrs de mim a subir as escadas, arranhando os tijolos cheios de fuligem com as suas oito pernas brancas, a falsidade de tudo aquilo bate-me, e eu percebo que lidei com sonhos durante demasiado tempo.

Porm, os sonhos so muito frequentemente melhores do que o acordar, as histrias so muito melhores do que as vidas. Crystal no voltou para mim, nem nessa altura, nem nunca. Eles partiram quando eu fiquei bom. E a felicidade que eu lhe traria com a escolha que no era uma escolha e o sacrifcio que no era um sacrifcio, a minha ddiva para ela para sempre durou menos de um ano.

Korbec diz-me que ela e Gerry romperam violentamente, e desde a ela deixou o Mundo de Jamison. Suponho que deve ser verdade, se se puder acreditar num homem como Korbec. No me preocupo demasiado com isso.

Apenas mato aranhas-dos-sonhos, bebo vinho, afago Squirrel. E todas as noites subo esta torre de cinzas para contemplar luzes distantes. Valeu-me a minha segunda capa da Analog desse ano uns meses antes, uma magnfica pintura de Jack Gaughan ilustrara o nmero que continha The Storms of Windhaven, uma colaborao entre mim e Lisa Tuttle , com um deslumbrante John Schoenherr que eu gostaria de ter comprado.

O deus deles, a plida criana com a espada, tinha uma linhagem mais antiga e mais incerta: era um dos sete deuses tenebrosos do mito que concebi para o Dr.

O ttulo tirado dos Livros da Selva, de Kipling, claro, e foi to elogiado quanto a histria. Posteriormente, diversos outros autores, todos admiradores de Kipling, afirmaram que estavam aborrecidos por no terem pensado nele primeiro. Storms of Windhaven tambm esteve na corrida para Melhor Novela, nesse mesmo ano.

No Big Mac, o congresso da fico cientfica de , em Kansas City, ambas as histrias perderam a poucos minutos uma da outra a primeira para Larry Nive, que logo deixou cair e partiu o seu Hugo, a ltima para Roger Zelazny. Na noite seguinte, com a cumplicidade de Gardner Dozois e armado com um jarro de vinho branco ordinrio que ficara da festa de outra pessoa qualquer, lancei a primeirssima Festa dos Perdedores do Hugo, no meu quarto do Hotel Muehlbach.

Foi a melhor festa do congresso, que se veio a tornar, em anos posteriores, uma tradio do congresso mundial de fico cientfica, embora, recentemente, alguns tipos sem humor tenham insistido em mudar-lhe o nome para Festa dos Nomeados para o Hugo.

O Festim dos Corvos – As Crônicas de Gelo e Fogo Vol. 4 – George R. R. Martin

Vs podeis matar para vs prprios, E para as vossas companheiras, E para os vossos filhos at precisarem, vs podeis; Mas no mateis pelo prazer de matar, E sete vezes nunca mateis um Homem! Rudyard Kipling s crianas Jaenshi estavam penduradas, do lado de fora das muralhas, numa fiada de pequenos corpos peludos e cinzentos, quietos e imveis, na extremidade de longas cordas.

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O mais velho dentre eles fora chacinado antes de ser enforcado; aqui um macho decapitado oscilava de cabea para baixo, o lao em volta dos ps, enquanto acol balanava a carcaa de uma fmea, queimada por uma exploso. Mas a maior parte deles, os bebs de pelo escuro com os seus grandes olhos dourados, a maior parte deles fora, simplesmente, enforcada. Perto do anoitecer, quando o vento vinha a redemoinhar desde as colinas irregulares, os corpos das crianas mais leves contorcer-se-iam na ponta das suas cordas e bateriam contra as muralhas da cidade, como se estivessem vivos e pedissem para entrar.

Mas os guardas das muralhas no prestavam ateno aos rudos surdos que eles produziam quando faziam as suas implacveis rondas, e os portes de metal enferrujado no se abriam.

Acreditas no mal? A fria estava estampada em todas as linhas do seu achatado rosto amarelo-acastanhado ao acocorar-se entre os cacos partidos do que fora, um dia, uma pirmide de culto Jaenshi. O mal murmurou Ryther, de forma distrada. Os seus olhos nunca se desviaram das muralhas de pedra vermelha l em baixo, onde os corpos escuros das crianas se recortavam nitidamente. O sol estava a pr-se, o gordo globo vermelho a que os Anjos de Ao chamavam o Corao de Bakkalon, e o vale abaixo deles, parecendo flutuar em brumas sangrentas.

O mal repetiu neKrol. O comerciante era um homem pequeno, atarracado, as suas feies eram decididamente mongoloides, exceto o cabelo vermelho chamejante que lhe caa quase at cintura. H muito tempo, quando eu era uma criana em crescimento, em Ai-Emerel, decidi que no havia bem nem mal, apenas formas diferentes de pensar.

As suas pequenas mos macias tatearam em volta at terem encontrado um grande caco dentado que lhe enchia o punho. Levantou-se e ofereceu-o a Ryther. Os Anjos de Ao fizeram-me acreditar de novo no mal disse ele. Ela tomou o fragmento das mos dele sem uma palavra e girou-o nas suas mos.

Ryther era muito mais alta do que neKrol, e muito mais magra; uma mulher dura e ossuda, com um rosto comprido, cabelo curto preto e olhos sem expresso.

O macaco manchado de suor que usava pendia, largo, da sua fraca figura. Interessante disse ela finalmente, aps estudar o fragmento durante vrios minutos. Era duro e macio como o vidro, mas mais forte; a sua cor era um vermelho translcido, porm to escuro que era quase preto.

Um plstico? NeKrol encolheu os ombros. Essa era a minha prpria sugesto, mas, claro, impossvel. Os Jaenshi trabalham osso e madeira, e por vezes metal, mas o plstico est sculos para alm deles. Ou para trs deles disse Ryther. Dizes que estas pirmides de culto esto espalhadas por toda a floresta? Sim, at onde consegui alcanar. Mas os Anjos de Ao esmagaram todas aquelas que estavam junto ao vale para expulsarem os Jaenshi. Quando se expandirem, e vo expandir-se, esmagaro outras. Ryther assentiu.

Olhou novamente para o vale l em baixo e, enquanto o fazia, o ltimo pedao do Corao de Bakkalon deslizou por baixo das montanhas ocidentais e as luzes da cidade comearam a acender-se. As crianas Jaenshi oscilavam em charcos de luz azul plido, e, mesmo por Em breve, tinham lanado qualquer coisa para o lado de fora, uma corda desenrolada, e depois mais uma pequena sombra escura embateu e contorceu-se contra a muralha. NeKrol era tudo menos frio.

Os Jaenshi tentaram defender uma das suas pirmides. Lanas e facas e pedras contra os Anjos de Ao, com lasers, explosivos e armas-de-guincho-dissuasor. Mas apanharam-nos desprevenidos, mataram um homem. O Procurador anunciou que no mais aconteceria.

O mal. As crianas confiavam neles, ests a ver? Interessante disse Ryther. Podes fazer alguma coisa? Tens a tua nave, a tua tripulao. Os Jaenshi precisam de um protetor, Jannis. Esto indefesos face aos Anjos. Tenho quatro homens na minha tripulao disse Ryther, sem expresso.

Bem como talvez quatro lasers de caa. Foi tudo o que ela respondeu. NeKrol olhou para ela, desamparado. Amanh, talvez, o Procurador chamar-nos-. Viu, seguramente, a descida das Luzes. Talvez os Anjos queiram negociar. Ela olhou de novo para o vale. Anda, Arik, temos de voltar para a tua base. Os artigos para comerciar tm de ser carregados. Wyatt, Procurador dos Filhos de Bakkalon no Mundo de Corlos, era alto, vermelhusco e esqueltico, e os seus msculos sobressaam-lhe nitidamente nos braos nus.

O seu cabelo preto-azulado estava cortado muito curto, o seu porte era rgido e direito. Como todos os Anjos de Ao, usava um uniforme de tecido camaleo castanho-claro naquele momento, quando recebia em cheio a luz do dia, na orla do pequeno e tosco campo de aterragem , um cinto de malha de ao com laser de mo, comunicador e arma-de-guincho-dissuasor, e uma rgida gola Romana, vermelha.

A minscula figura que estava suspensa de uma corrente junto ao seu pescoo uma plida criana Bakkalon, nua e inocente, de olhos cintilantes, mas exibindo uma grande espada negra num dos pequenos punhos era o nico sinal da patente de Wyatt.

Quatro outros Anjos estavam atrs dele: dois homens e duas mulheres, todos vestidos de forma idntica. Havia uma sensao de mesmidade tambm nos seus rostos; o cabelo, sempre cortado rente, quer fosse louro, ruivo ou castanho, os olhos atentos, frios e um tanto fanticos, a postura muito direita que parecia caracterizar os membros da seita militar-religiosa, NeKrol, que era suave, desleixado e mole, tinha averso a tudo o que dissesse respeito aos Anjos.

O Procurador Wyatt chegara muito pouco tempo depois de o sol nascer, enviando um dos membros do seu peloto bater porta da pequena bolha cinzenta pr-fabricada que constitua a casa e a base do comrcio de neKrol.

Ensonado e zangado, mas com uma cortesia contida, o comerciante levantara-se para saudar os Anjos, e acompanhara-os at ao centro do campo de aterragem, onde a arranhada lgrima metlica que era o Luzes de Jolostar se alapardava sobre trs pernas retrcteis. As portas de carga estavam seladas; a tripulao de Ryther passara a maior parte da noite a descarregar os artigos para o comrcio de neKrol e a substitu-los na plataforma da nave por caixas com artefactos Jaenshi que poderiam render bom dinheiro vendidos aos colecionadores de arte extraterrestre.

No havia maneira de saber at um negociante ter olhado para os artigos; Ryther deixara ali neKrol havia apenas um ano, e aquele era o primeiro carregamento.

Sou comerciante independente e Arik o meu agente neste mundo disse Ryther ao Procurador, quando se encontrou com ele na orla do campo. Tens de negociar atravs dele. Estou a ver disse o Procurador Wyatt. Ainda segurava a lista, que entregara a Ryther, com os bens que os Anjos queriam das colnias industrializadas, em Avalon e no Mundo de Jamison. Mas neKrol no vai negociar connosco. Ryther olhou para ele sem expresso.

Por uma boa razo disse neKrol. Eu negocio com os Jaenshi, vocs chacinam-nos. O Procurador falara frequentemente com neKrol nos meses aps os Anjos de Ao terem estabelecido a sua cidade-colnia, e as conversas tinham acabado todas em discusses; agora, ignorava-o.

Os passos que demos eram necessrios disse Wyatt a Ryther. Quando um animal mata um homem, o animal tem de ser castigado, e os outros animais tm de ver e aprender, para que as feras saibam que o homem, a semente da Terra e filho de Bakkalon, o senhor e amo de todos eles. NeKrol bufou. Os Jaenshi no so animais, Procurador, so uma raa inteligente, com a sua prpria religio, arte e costumes, e eles Wyatt olhou-o.

Eles no tm alma. Apenas os filhos de Bakkalon tm almas, apenas as sementes da Terra. A inteligncia que eles possam ter relevante apenas para ti, e talvez para eles.

Sem alma, so animais. Arik mostrou-me as pirmides de culto que eles constroem disse Certamente que as criaturas que constroem tais santurios tm de ter almas. O Procurador abanou a cabea. A tua crena est errada.

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Est claramente escrito no Livro. Ns, sementes da Terra, somos os verdadeiros filhos de Bakkalon, e no outros. O resto so animais e, em nome de Bakkalon, temos de afirmar o nosso domnio sobre eles. Muito bem disse Ryther. Mas receio que tero de afirmar o vosso domnio sem a ajuda do Luzes de Jolostar. E devo informar-te, Procurador, que acho as tuas aes seriamente perturbantes e tenciono apresentar queixa delas quando regressar ao Mundo de Jamison.

No esperava outra coisa disse Wyatt. Talvez para o ano que vem, ardas de amor por Bakkalon, e possamos falar outra vez. At l, o Mundo de Corlos sobreviver. Fez uma saudao e caminhou vivamente atravs do campo, seguido pelos quatro Anjos de Ao. De que serve apresentar queixa deles? De nada disse Ryther, olhando para a floresta.

O vento levantava p em volta dela, e os seus ombros afundaram-se, como se estivesse muito cansada. Os Jamies no se vo ralar, e se se ralarem, que poderiam eles fazer? NeKrol recordou o pesado livro com uma encadernao vermelha que Wyatt lhe dera uns meses antes. E Bakkalon, a criana plida, criou os seus filhos do ao citou ele pois as estrelas quebraro aqueles que sejam feitos de uma carne mais macia. E, na mo de cada criana, Ele colocou uma espada forjada, dizendo-lhes Esta a Verdade e o Caminho.

Cuspiu com repugnncia. Isto a crena deles. E ns no podemos fazer nada? O rosto dela no tinha qualquer expresso. Deixar-te-ei dois lasers. Ao longo de um ano, assegura-te de que os Jaenshi sabem como us-los.

Creio que sei qual o gnero de artigos de comrcio que deverei trazer. No edificavam; dormiam enrolados nas rvores em redor das suas pirmides. Para comer, cortavam e recolhiam; sumarentos frutos pretos-azulados cresciam por toda a parte, e havia trs variedades de bagas comestveis, uma folha NeKrol descobrira que eram tambm caadores, embora raramente.

Um cl poderia passar meses sem carne, enquanto os porcos silvestres castanhos se multiplicavam por toda a parte, escavando razes e brincando com as crianas.

Ento, de repente, quando a populao de porcos silvestres atingia um ponto crtico, os caadores Jaenshi andavam calmamente entre eles, matando dois em cada trs, e, nessa semana, haveria grandes churrascos de porco todas as noites, em volta da pirmide.

Poder-se-iam distinguir padres similares com as lesmas de corpo branco que, por vezes, cobriam as rvores de fruto como uma praga, at os Jaenshi os reunirem num guisado, e com os pseudomonges roubadores de fruta que assombravam os ramos mais altos.

At ali, como neKrol poderia dizer, no havia predadores nas florestas dos Jaenshi. Nos primeiros meses que passou no mundo deles, usara uma longa faca de mola e um laser de mo quando andava de pirmide em pirmide, na sua rota comercial. Mas nunca encontrara nada, nem mesmo remotamente, hostil, e, agora, a faca estava na cozinha, partida, e perdera o laser havia muito.

No dia aps a partida do Luzes de Jolostar, neKrol foi de novo armado para a floresta, com um dos lasers de caa de Ryther pendurado no ombro. A menos de dois quilmetros da sua base, neKrol encontrou o acampamento dos Jaenshi a que ele chamava o povo da catarata. Viviam encostados a um dos lados da encosta densamente coberto por arvoredo, onde um riacho de gua branca-azulada tombava, deslizando e ressaltando na descida, dividindo-se e voltando a reunir-se uma e outra vez, pelo que a encosta era uma intrincada teia cintilante de quedas de gua, rpidos, lagoas, e cortinas de gua pulverizada.

A pirmide de culto do cl estava situada na lagoa mais perto do fundo, sobre uma laje de pedra cinzenta, no meio dos redemoinhos: mais alta do que a maior parte das pirmides Jaenshi, chegava ao queixo de neKrol, parecendo infinitamente pesada, slida e inamovvel, um bloco de trs faces, vermelho-escuro, escuro. NeKrol no foi enganado. Vira outras pirmides feitas em pedaos pelos lasers dos Anjos de Ao e destrudas pelas chamas dos seus explosivos; fossem quais fossem os poderes que as pirmides pudessem ter no mito Jaenshi, quaisquer que fossem os mistrios que estavam por trs da sua origem, no eram suficientes para satisfazer as espadas de Bakkalon.

A clareira em volta da lagoa da pirmide estava animada pela luz do sol quando neKrol entrou, e as longas ervas oscilavam numa leve brisa, mas a maior parte do povo da catarata estava noutro stio. Talvez nas rvores, trepando, acasalando e puxando frutos, ou percorrendo as florestas da sua colina. O comerciante, quando chegou, encontrou apenas umas quantas Sentou-se para esperar, aquecido pela luz do sol.

Em breve, apareceu o velho falador. Sentou-se junto de neKrol, um pequeno Jaenshi enrugado com apenas umas quantas zonas de pelo branco-acinzentado, sujo, para lhe esconder as pregas da pele. Era desdentado, desunhado, fraco; mas os seus olhos, grandes e dourados, sem pupilas como os de qualquer Jaenshi, eram ainda atentos, vivos.

Ele era o falador do povo da catarata, aquele que estava em comunicao mais prxima com a pirmide de culto. Todos os cls tinham um falador. Tenho uma coisa nova para negociar disse neKrol, na suave fala arrastada dos Jaenshi. Aprendera a falar a lngua em Avalon, antes de ter ido para ali. Thomas Chung, o lendrio linguista de Avalon, decifrara-a havia sculos, quando o Levantamento de Kleronomas passou por aquele mundo.

Nenhum outro humano visitara Jaenshi desde ento, mas os mapas de Kleronomas e a anlise do padro da lngua de Chung permaneceram vivos nos computadores do Instituto para o Estudo da Inteligncia No-Humana de Avalon. Fizemos mais esttuas para ti, modelmos novas madeiras disse o velho falador. Que trouxeste? NeKrol tirou a sua mochila, pousou-a e abriu-a.

Tirou um dos paraleleppedos de sal que levava e colocou-o diante do velho falador. Sal disse ele. E mais. Pousou a arma de caa frente do Jaenshi. Que isto? Conheces os Anjos de Ao? O outro assentiu com a cabea, um gesto que neKrol lhe ensinara.

Os mpios que fogem do vale da morte falam deles. So eles que fazem os deuses ficarem em silncio, os partidores de pirmides. Isto um instrumento como os que os Anjos de Ao usam para partir as vossas pirmides disse neKrol.

Estou a oferecer-to para troca. O velho falador ficou sentado, muito quieto. Mas ns no queremos partir pirmides disse ele. Este instrumento pode ser utilizado para outras coisas disse neKrol. A seu tempo, os Anjos de Ao podem vir at aqui para partirem a pirmide do povo da catarata. Se, nessa altura, tiverem instrumentos como este, podem impedi-los.

O povo da pirmide do anel-de-pedra tentou impedir os Anjos de Ao com lanas e pedras, e agora esto dispersos e loucos e os seus filhos esto pendurados, mortos, nas muralhas da Cidade dos Anjos de Ao. Outros cls de Jaenshi no resistiram, porm agora Vir o tempo em que o povo da catarata precisar deste instrumento, velho falador.

O ancio Jaenshi ergueu o laser e girou-o com curiosidade nas suas pequenas mos contorcidas. Temos de orar sobre isto disse ele. Fica Arik. Esta noite, dir-te-emos, quando o deus olhar para ns. At l, devemos negociar. Ergueu-se abruptamente, olhou de relance para a pirmide, no meio da lagoa, e desapareceu na floresta, ainda a agarrar no laser.

NeKrol suspirou. Tinha uma longa espera pela frente; as assembleias de orao nunca se realizavam antes do pr-do-sol. Mudou-se para a beira da lagoa e desapertou os atacadores das pesadas botas para meter os seus ps suados e calosos na gua fria e tonificante. Quando levantou os olhos, o primeiro entalhador chegara; uma gil e pequena jovem Jaenshi com um toque arruivado na pelagem do corpo.

Silenciosa eram todos silenciosos na presena de neKrol, todos menos o falador , ofereceu-lhe o seu trabalho. Era uma estatueta, no maior do que o seu punho, uma deusa da fertilidade, de seios enormes, feita da fragrante madeira azul com finssimos veios das rvores de fruto.

Sentou-se de pernas cruzadas numa base triangular e trs finos fragmentos de osso ergueram-se a cada canto do tringulo, para se juntarem acima da sua cabea numa bolha de argila.

NeKrol pegou na escultura, virou-a num e noutro sentido, e assentiu em aprovao. A Jaenshi sorriu e desapareceu, levando o paraleleppedo de sal com ela. Muito depois de ela se ter ido embora, neKrol continuou a admirar a sua aquisio. Fizera trocas durante toda a sua vida, tendo passado dez anos entre os Gethsoides com rosto de lula de Aath e quatro com os esquelticos Fyndii, fazendo um circuito comercial por meia dzia de planetas da Idade da Pedra que, um dia, tinham sido mundos escravizados pelo Imprio Hrangan, agora destrudo; mas em lado nenhum encontrara artistas como os Jaenshi.

Perguntou-se, no pela primeira vez, por que razo nem Kleronomas nem Chung tinham mencionado as esculturas nativas. Estava contente, porm, por no o terem feito, e bastante seguro de que, assim que os negociantes vissem as caixas com os deuses de madeira que ele enviara atravs de Ryther, o mundo seria inundado por comerciantes.

Tal como as coisas aconteceram, ele fora enviado para ali numa base inteiramente especulativa, na esperana de descobrir uma droga, erva ou licor Jaenshi que rodasse bem no comrcio estelar.

Em vez disso, descobrira a arte, como a resposta a uma orao. Outros artesos vieram e foram, medida que a manh se transformava em tarde e a tarde em crepsculo, pousando os seus artefactos diante dele. Olhava para cada um deles cuidadosamente, ficando com uns e Antes de ter ficado completamente escuro, um pequeno monte de artigos elevava-se junto da sua mo direita; um conjunto de facas de pedra vermelha, um sudrio feito com o pelo de um ancio Jaenshi e tecido pela sua viva e amigas com o rosto dele lavrado com os cabelos dourados e sedosos de um pseudomonge , uma lana de osso com inscries que fizeram lembrar a neKrol as runas da lenda da Velha Terra; e esttuas.

As esttuas eram sempre as suas preferidas; a arte aliengena estava muitas vezes fora do alcance da compreenso, mas os artesos Jaenshi tinham o poder de o emocionar.

Os deuses que esculpiam, cada um deles colocado sobre uma pirmide de osso, possuam rostos Jaenshi, mas, ao mesmo tempo, pareciam arquetipicamente humanos: deuses da guerra de rosto severo, coisas que se pareciam estranhamente com stiros, deusas da fertilidade como a que ele baixara, guerreiros quase-homens e ninfas.

NeKrol desejara, muitas vezes, ter tido formao em Antropologia, para que pudesse escrever um livro sobre os universais do mito. Os Jaenshi tinham, certamente, uma mitologia rica, embora os faladores nunca falassem sobre ela; nada mais poderia explicar as esculturas. Talvez os velhos deuses j no fossem adorados, mas continuavam a ser lembrados.

Quando o Corao de Bakkalon se ps e os ltimos raios avermelhados cessaram de ser filtrados pelas rvores que se elevavam, neKrol reunira tantas coisas quanto poderia transportar, e o seu sal esgotara-se. Apertou de novo os atacadores das botas, empacotou as suas aquisies com mil cuidados, e sentou-se pacientemente sobre as ervas junto da lagoa, espera.

Um a um, o povo da catarata juntou-se-lhe. Por fim, o velho falador regressou. Iniciaram-se as oraes. O velho falador, com o laser ainda na sua mo, chapinhou cuidadosamente ao longo das guas noturnais, para se acocorar junto do vulto negro da pirmide.

Os outros, adultos e crianas, que agora somavam uns quarenta, escolheram locais sobre as ervas perto das margens, atrs e em redor de neKrol. Tal como ele, olhavam por cima da lagoa para a pirmide e para o falador, nitidamente recortados luz de uma lua imensa que acabara de nascer. Pousando o laser sobre a pedra, o velho falador comprimiu ambas as palmas das mos contra o lado da pirmide, e o seu corpo pareceu ficar hirto, enquanto todos os outros Jaenshi tambm se contraam e ficavam muito silenciosos.

NeKrol remexeu-se, inquieto, e lutou contra um bocejo. No era a primeira vez que assistia a uma orao ritual e conhecia a rotina. Tinha pela frente uma boa hora de tdio; o culto dos Jaenshi era silencioso e no havia nada para ouvir que no fosse a respirao regular deles, nada havia para ver que no fossem os seus quarenta rostos impassveis.

Suspirando, o co Ali, por breves momentos, encontrou paz. Quanto tempo duraria essa paz, meditou ele, se os Anjos de Ao deixassem o seu vale Passou uma hora, mas neKrol, absorto nos seus pensamentos, quase no deu pelo tempo passar.

At que, subitamente, ouviu murmrios e conversas em volta dele, medida que o povo da catarata se erguia e voltava para a floresta.

E, ento, o velho falador perfilou-se diante dele e pousou o laser aos seus ps. No disse ele, simplesmente. NeKrol espantou-se. Mas tm de fazer isto. Deixem-me mostrar o que isso pode fazer Eu tive uma viso, Arik. O deus mostrou-se. Mas tambm me mostrou que no seria bom aceitar isto como troca.

Velho Falador, os Anjos de Ao viro Se vierem, o nosso deus falar com eles disse o ancio Jaenshi, na sua fala arrastada, mas a sua voz branda era terminante e os seus grandes olhos lquidos no permitiam apelo. Mas por essa fora pelo poder dos nossos braos e o ao das nossas espadas e o fogo dos nossos coraes , agradecemos a Bakkalon, a plida criana, que nos deu vida e nos ensinou como mant-la. O Procurador perfilava-se rigidamente no centro das cinco enormes mesas de madeira que se estendiam a todo o comprimento do grande refeitrio, pronunciando cada palavra de agradecimento com dignidade solene.

As suas grandes mos sulcadas por veias uniram-se apertadamente, enquanto falava, contra a parte lisa da espada projetada para cima, e a obscuridade reduzira o seu uniforme quase a negro. Em volta dele, os Anjos de Ao estavam sentados e atentos, com a comida intacta diante deles: tubrculos cozidos em gordura, pedaos fumegantes de carne de porco silvestre, po negro, taas de neo-ervas verdes e crocantes.

As crianas abaixo da idade de combate, que era aos dez, com cerimoniosas batas brancas e os omnipresentes cintos de malha de ao, enchiam as mesas mais perifricas, por baixo de janelas que eram como fendas; as crianas mais pequenas lutavam para se sentarem sob os olhos vigilantes de severos pais-de-famlia Mais para dentro, a irmandade de combate, completamente armada, estava sentada ao longo de duas mesas igualmente compridas, homens e mulheres alternados, veteranos vestidos de couro junto de rapazes de dez anos, que tinham acabado de se mudar do dormitrio das crianas para as casernas.

Todos eles usavam o mesmo tecido camalenico que Wyatt, embora sem a sua gola, e alguns tinham botes de patente. A mesa do centro, com menos de metade do comprimento das outras, exibia a estrutura dos Anjos de Ao; os pais-de-peloto e mes-de-peloto, os mestres de armas, os curadores, os quatro bispos-de-campo, todos aqueles que tinham a alta gola rgida, carmesim. E, cabea, o Procurador. Comamos disse finalmente Wyatt. A sua espada moveu-se em volta da mesa com um silvo, descrevendo o golpe da bno, e ele sentou-se para comer.

O Procurador, como todos os outros, estivera na fila que irrompia para alm da cozinha e desembocava no refeitrio, e a sua dose no era maior do que a do mais nfimo membro da irmandade.

Ouviu-se um tilintar de facas e garfos, e o raro bater de um prato, e, de vez em quando, a bordoada de um basto, quando algum pai-de-famlia punia uma transgresso da disciplina de um dos seus custodiados; tirando isso, o salo estava em silncio. Os Anjos de Ao no falavam durante as refeies, preferiam meditar nas lies do dia enquanto consumiam a sua rao espartana.

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Depois, as crianas ainda em silncio marchavam para fora do salo e regressavam ao dormitrio. A irmandade de combate saa a seguir, alguns para a capela, a maior parte para as casernas, uns quantos para montarem guarda s muralhas.

Os homens que esses iam render encontrariam as suas refeies ainda quentes, na cozinha. O corpo de oficiais permaneceu; depois de os pratos terem sido levantados, a refeio transformou-se em reunio do quadro. O relaxamento fora-lhes j expurgado. O Procurador pousou os olhos num deles. Dhallis disse ele tens o relatrio que requeri? O Bispo-de-campo Dhallis assentiu.

Era uma mulher rouca de meia-idade, com msculos grossos e pele cor de couro castanho. Na sua gola havia uma pequena insgnia de ao, um chip de memria decorativo que significava Servios Informticos. Sim, Procurador disse ela numa voz dura e precisa. O Mundo de Jamison uma colnia de quarta-gerao, colonizada sobretudo a partir do Velho Poseidon. Os oceanos so ricos em alimentos e metais.

A populao total de cerca de setenta e nove milhes. H duas grandes cidades, ambas com aeroportos espaciais: Port Jamison e Jolostar. Baixou os olhos para a cpia impressa sobre a mesa. O Mundo de Jamison no foi sequer cartografado no tempo da Guerra Dupla. Nunca conheceu ao militar e as nicas foras armadas deles so a sua polcia planetria. No tem programa colonial e nunca reivindicou qualquer jurisdio poltica fora da sua prpria amosfera.

O Procurador acenou em assentimento. Ento, a ameaa de queixa do comerciante basicamente uma ameaa vazia. Podemos continuar.

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Pai-de-peloto Walman? Hoje foram apanhados quatro Jaenshi, e esto j nas muralhas reportou Walman. Era um jovem rosado com cabelo louro cortado escovinha e grandes orelhas. Se me der licena, senhor, requereria discusso sobre o possvel fim da campanha.

Todos os dias temos de procurar mais por cada vez menos.

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Limpmos, virtualmente, todos os jovens Jaenshi dos cls que habitavam originalmente o Vale da Espada. Wyatt assentiu. Outras opinies? O Bispo-de-campo Lyon, muito magro e de olhos azuis, indicou divergncia. Os adultos continuam vivos. Os animais adultos so mais perigosos que os jovens, Pai-de-peloto. Os nossos estudos mostram que, uma vez destruda a pirmide, nem os adultos nem os imaturos Jaenshi constituem qualquer ameaa para os filhos de Bakkalon.

A sua estrutura social desintegra-se por completo. Os adultos fogem, na esperana de se juntarem a outro cl, ou regressam a um estado de selvajaria quase animal. Abandonam os jovens, a maior parte dos quais subsistem por si prprios num estado de confuso e no oferecem qualquer resistncia quando os apanhamos.

Considerando o nmero de Jaenshi nas nossas muralhas, e outros que nos asseguram terem sido mortos por predadores ou uns aos outros, tenho a forte impresso que o Vale da Espada est virtualmente limpo de animais.

O inverno est a chegar, Procurador, e h muita coisa que tem de ser feita. Ao Pai-de-peloto Walman e aos seus homens, devero ser atribudas outras tarefas. Houve mais discusso, mas o tom estava dado; a maioria dos oradores apoiou DaHan. Wyatt escutou cuidadosamente e, enquanto isso, Por fim, pediu silncio com um gesto.

Publicacoes pre-Psicanaliticas e Esbocos — Freud Sigmund. Pulp — Charles Bukowski. Quando Deus sussurra o seu nome — Max Lucado. Quando ela se foi — Harlan Coben. Quando Nietzsche Chorou — Irvim D. Quando os anjos silenciaram — Max Lucado. Querido Dexter — Jeff Lindsay. Querido E Devotado Dexter.

Querido John — Nicholas Sparks. Quincas Borba — Machado de Assis. Rainha dos Condenados — Vol. I — Anne Rice. Rangers — Ponte em Chamas- John Flanagan. Rangers — Ruinas de Gorlan — John Flanagan. Rei Lear — William Shakespeare. Reliquias de Casa Velha — Machado de Assis. Resgate de Erak — John Flanagan. Reuniao — Meg Cabot. Riqueza das Nacoes — Adam Smith.

Romeu e Julieta. Rota 66 — Caco Barcellos. Ruinas de Gorlan — John Flanagan. Sangue Quente — Isaac Marion. Seguindo a Correnteza — Agatha Christie. Sepulcro — Kate Mosse. Sobre a brevidade da vida — Seneca. Sobre Meninos e Lobos — Dennis Lehane. Solar — Ian Mcewan. Sombras do imperio — J. Somos Todos Inocentes — Zibia Gasparetto.

Stonehenge — Bernard Cornwell. Sussuro — Hush, hush — Becca Fitzpatrick. Sussurro — Becca Fitzpatrick. Terra — Barbara Marciniak. Terra das Sombras — Meg Cabot. Terra do Gelo — John Flanagan. Textos nada escolhidos — Luis Fernando Verissimo. The Last Watch — Sergei Lukyanenko. The Twilight Watch — Sergei Lukyanenko. Tormenta de Espadas Parte 1 — George R.

Trilogia da Fundacao — Isaac Asimov. Tua Ate o Amanhecer — Teresa Medeiros. Ulceracao — Richelle Mead. Um Gato entre os Pombos — Agatha Christie. Um Momento Inesquecivel — Nicholas Sparks. Uma Dose Mortal — Agatha Christie. Vai sonhando — Cecily Von Ziegesar. Varias Historias — Machado de Assis. Veronika Decide Morrer — Paulo Coelho. Viabilizando Talentos — J. Viagem ao Centro da Terra — Julio Verne. Vida Depois da Vida — Dr. Walden ou A Vida nos Bosques — henry D.

Thoreau — Cópia. Zorro — O comeco da lenda — Isabel Allende. A Hora da Estrela — Clarice Lispector. Agosto — Rubem Fonseca. As Melhores Historias da Mitologia — A. Besame Mucho — Mario Prata. Caim — Jose Saramago. Cem anos de solidao — Gabriel Garcia Marquez. Crime e Castigo — Fiodor Dostoievski.

Ensaio Sobre a Cegueira — Jose Saramago. Eu falo o que elas querem ouvir — Mario Prata. Fiodor Dostoievski, Crime e Castigo, Labirinto — Kate Moss. Lobo das Estepes — Hermann Hesse.

Memoria de minhas putas tristes — Gabriel Garcia Marquez. Misto Quente — Charles Bukowski. Mulheres — Charles Bukowski. O Afogado do Tamisa — Anne Perry. O Buraco na Parede — Rubem Fonseca.

O Capital — Volume 1 — Karl Marx. O Capital — Volume 2 — Karl Marx. O Cobrador — Rubem Fonseca. O Codex — Jose Rodrigues dos Santos. O Idiota — Fiodor Dostoievski. O Processo — Franz Kafka. O Ultimo Chefao — Mario Puzo. Omerta — Mario Puzo. Os Anjos de Badaro — Mario Prata. Os homens que nao amavam as mulheres — Stieg Larsson. Os Sete — Andre Vianco. Pantaleao e as Visitadoras — Mario Vargas Llosa. Romance Negro — Rubem Fonseca. Sexo na cabeca — Luis Fernando Verissimo.

Sidarta — Hermann Hesse. Tormenta de Espadas — George R. Martin []. Uma Criatura Docil — Fiodor Dostoievski. Viagem ao Centro da Terra — Julio Verne 1. A Alma — Voltaire. A Ausência — Agatha Christie. A batalha do apocalipse — Eduardo Eduardo Spohr. A Carga — Agatha Christie. A Condessa Vésper — Aluísio Azevedo. A Filha — Agatha Christie. A Mao Esquerda de Deus. A Mortalha de Alzira — Aluísio Azevedo. A Origem da Tragédia — Friedrich Nietzsche. A Política — Aristóteles.

A Psicologia da Mentira. A Viagem do Elefante — Jose Saramago. Agatha Christie — Assassinato no Expresso do Oriente. Agatha Christie — O Misterioso Sr. Agatha Christie — O Natal de Poirot. Agatha Christie — Poirot Perde uma Cliente. Agatha Christie — Uma Dose Mortal-rev. Aldous Huxley — A Filosofia Perene. Aldous Huxley — Chapéu Mexicano contos. Aldous Huxley — Moksha. Aldous Huxley — O Macaco e a Essência. Aldous Huxley — Os Demonios de Loudun. Aldous Huxley — Sem Olhos em Gaza.

André Vianco — A Casa. André Vianco — O Senhor da Chuva. André Vianco — O Vampiro-Rei — vol 1. André Vianco — O Vampiro-Rei — vol 2. André Vianco — Sementes no Gelo. André Vianco — Sétimo. Anne Rice — Crônicas Vampirescas — vol 5 — Memnoch. Anne Rice — O Servo dos Ossos. Antologia Poética — Vinicius De Moraes.

Aos Vinte Anos — Aluísio Azevedo. Aristoteles — Arte potica. Arquivo X Quando a Noite Cai. Arquivo X Terrivel Simetria. Arquivo X Assassino Imortal. Arquivo X Fraude. Arquivo X A Besta Humana. Arquivo X Sangue. Arquivo X O Raio da Morte. Arquivo X O Ser do Espaco. Arquivo X Guerra das baratas. Arthur C. Clarke — Odisséia no Espaço.

Clarke — A Sonda do Tempo. Clarke — As Fontes do Paraíso. Clarke — Encontro com Rama. Clarke — O Fim da Infância. Clarke — O Outro Lado do Céu. Clarke — O Vento Solar.

As Cartas de Amabed — Voltaire. Brisingr Cai o Pano Curtain — Agatha Christie. Caim — José Saramago. Cândido, ou O Otimismo — Voltaire. Carlos Drummond de Andrade — Poemas Eróticos. Casa de Pensao — Aluísio Azevedo. Cem Gramas de Centeio — Agatha Christie-. Charles Bukowiski- Misto Quente. Charles Bukowski — Mulheres. Claudia Matarazzo — Etiqueta Sem Frescura.

Dan Brown — Anjos e Demonios Ilustrado. Dan Brown — Fortaleza Digital. Dan Brown — O Codigo da Vinci. Dan Brown — O Simbolo Perdido. Dan Brown — Ponto de impacto. PDF Demônios — Aluísio Azevedo. Edgar Allan Poe — Silêncio. Eldest Encontro com a Morte — Agatha Christie-. Eragon Filomena Borges — Aluísio Azevedo. George Orwell — A Filha do Reverendo.

George Orwell — Lutando na Espanha. George Orwell — O Triunfo dos Porcos. Girândola de Amores — Aluísio Azevedo. História de Jenni — Voltaire. Inheritance — Herança 4. Isaac Asimov — As Correntes do Espaço.

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Na verdade a compra de ebooks é uma coisa mais recente. Comecei a baixar os ebooks depois que peguei o Cavalo de Tróia 3 baixado e estar diferente do meu original. Fora o scan podre. Bom, eu gosto de ter os livros, gosto de ter na estante e quando estou em casa gosto de sentar em uma poltrona e ler sussegado.

Sendo que os ebooks piratas tem mais opções apesar da qualidade de alguns serem toscas. Assim acabo baixando mesmo. Mas sei que é errado. Porém é fazer isso ou ficar sem ler. Leio no kindle e a facilidade de ler nele é absurda comparado a um livro normal..